
Resumo do Cenário
Foram divulgados os vencedores do Prêmio João-de-Barro, no dia 25 de setembro, em coletiva realizada na Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte, juntamente com os vencedores dos Concursos Nacionais de Literatura Cidade de Belo Horizonte com a presença da Presidente da Fundação Municipal de Cultura, Maria Antonieta Cunha. Conforme registra o informativo BH Eventos, “apesar dos jurados serem provenientes de várias partes do Brasil, somente um vencedor não é de Belo Horizonte”.
O júri adulto foi formado por José Augusto Brandão, Estellita Lins, Maria Zaira Turchi e Ronaldo Simões Coelho, reconhecendo o texto O menino comum, de Daniel Antônio de Oliveira, como a melhor obra para crianças. Por sua vez, composto por 11 leitores das Escolas Municipais Professora Maria Modesta Cravo e José Calazans, o júri infantil deu preferência ao original Chuva de letras, de Luís Alberto Brandão. Desta maneira, o Prêmio João-de-Barro 2007 contemplou as duas obras vencedoras com o prêmio de 10 mil reais. Para saber sobre os demais Concursos Nacionais de Literatura da Cidade de Belo Horizonte, clique aqui.
João-de-Barro - 32 anos de história
O Concurso Nacional João-de-Barro, dedicado a obras inéditas da literatura infantil e juvenil, é promovido desde 1974 pela Prefeitura de Belo Horizonte. Uma de suas peculiaridades é a formação de dois júris distintos, sendo um adulto, composto por três especialistas em literatura infantil ou juvenil, e outro integrado por 11 alunos do Rede Pública de Belo Horizonte. Ao longo dos 32 anos de existência, o João-de -Barro premiou diversos autores de destaque da literatura infantil e juvenil, como Angela Lago, Léo Cunha, Stella Maris Resende, Fernando Jorge Uchôa, Antônio Barreto , Rita Espechit, Atílio José Bari, Marcos Araújo Bagno, Rosa Amanda Strausz, Ângela Leite, entre outros.
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Foram divulgados os vencedores do Prêmio João-de-Barro, no dia 25 de setembro, em coletiva realizada na Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte, juntamente com os vencedores dos Concursos Nacionais de Literatura Cidade de Belo Horizonte com a presença da Presidente da Fundação Municipal de Cultura, Maria Antonieta Cunha. Conforme registra o informativo BH Eventos, “apesar dos jurados serem provenientes de várias partes do Brasil, somente um vencedor não é de Belo Horizonte”.
O júri adulto foi formado por José Augusto Brandão, Estellita Lins, Maria Zaira Turchi e Ronaldo Simões Coelho, reconhecendo o texto O menino comum, de Daniel Antônio de Oliveira, como a melhor obra para crianças. Por sua vez, composto por 11 leitores das Escolas Municipais Professora Maria Modesta Cravo e José Calazans, o júri infantil deu preferência ao original Chuva de letras, de Luís Alberto Brandão. Desta maneira, o Prêmio João-de-Barro 2007 contemplou as duas obras vencedoras com o prêmio de 10 mil reais. Para saber sobre os demais Concursos Nacionais de Literatura da Cidade de Belo Horizonte, clique aqui.
João-de-Barro - 32 anos de história
O Concurso Nacional João-de-Barro, dedicado a obras inéditas da literatura infantil e juvenil, é promovido desde 1974 pela Prefeitura de Belo Horizonte. Uma de suas peculiaridades é a formação de dois júris distintos, sendo um adulto, composto por três especialistas em literatura infantil ou juvenil, e outro integrado por 11 alunos do Rede Pública de Belo Horizonte. Ao longo dos 32 anos de existência, o João-de -Barro premiou diversos autores de destaque da literatura infantil e juvenil, como Angela Lago, Léo Cunha, Stella Maris Resende, Fernando Jorge Uchôa, Antônio Barreto , Rita Espechit, Atílio José Bari, Marcos Araújo Bagno, Rosa Amanda Strausz, Ângela Leite, entre outros.
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O olho bom do menino











Especializada em literatura infantil e juvenil, a 

Ilustração de João Felizardo, o rei dos negócios, de Angela-Lago, vencedora da BIB Plaque na Bienal de ilustrações de Bratislava.









São Paulo, Ceará, Acre, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e o Distrito Federal têm projetos entre os finalistas da edição 2007 da premiação, que este ano recebeu inscrições de todos os estados brasileiros.




E Joel Ruffino dos Santos ministra o curso Leituras de Macunaíma à Luz do Folclore Brasileiro, sobre a obra de Mário de Andrade, um dos principais romances do Modernismo brasileiro. Além de autor consagrado na literatura infantil e juvenil, Joel Ruffino dos Santos é romancista, contista, historiador, Mestre e Doutor em Letras pela UFRJ. O curso começa no dia 23 de outubro e segue até 13 de novembro, num total de quatro encontros que acontecem sempre às terças-feiras, das 15h às 17h.
Foram também concedidas três menções honrosas: Martin Jarrie (França), ilustrador da antologia Drôles d´oiseaux que inclui dois poemas de Fernando Pessoa, Chiara Carrer (Itália), que ilustrou uma adaptação de Chapeuzinho Vermelho, e Isabelle Vandenabeele (Bélgica), por suas imagens para O Barba Azul. As reproduções de três artes de cada ilustrador podem ser vistas no blog