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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Amanhã começa a festa!

São doze dias de encontros interessantes entre público leitor, escritores e ilustradores durante o Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens que acontece, de 6 a 17 de junho, no Centro de Convenções SulAmérica, na Av. Paulo de Frontin com Av. Presidente Vargas, no centro do Rio de Janeiro.
Vale destacar, nesta segunda-feira, a entrega do Prêmio FNLIJ aos Melhores de 2010, entre eles, Avô, conta outra vez, de José Jorge Letria (Peirópolis), na inequívoca categoria para autores portugueses; A lua dentro do coco, de Sérgio Capparelli e Guazzelli (Projeto), em poesia; e a coleção Palavra Rimada, concebida por Rosinha a partir do cordel de Leandro Gomes de Barros (Projeto). Livro teórico escolhido foi Crítica, teoria e literatura infantil, de Peter Hunt (Cosac Naify). Hors-concours, Psiquê, de Angela-Lago (Cosac Naify), em ilustração, e Selvagem, Roger Mello (Global) na categoria livro-imagem.
Neste ano em que se homenageia a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), 13º Seminário FNLIJ de Literatura Infantil e Juvenil promove uma reflexão e o debate sobre a produção de livros infanto-juvenis de Portugal e países africanos de expressão lusófona. Na segunda-feira, 13 de junho, o evento oferece um panorama da literatura da CPLP a partir da conferência de Ana Maria Machado: “As línguas de nossa literatura infantil”. Ao longo do dia, várias mesas redondas serão compostas com a presença dos escritores Zetho Gonçalves (Angola), Leão Lopes (Cabo Verde), Abdulai Sila (Guiné Bissau), Marilar Aleixandre (Galícia), Fatima Langa e Miguel Ouna (Moçambique) e Margarida Botelho (Portugal).
A programação completa de atividades pode ser conhecida [aqui].
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Um encontro com Bartolomeu
São Paulo
A Casa de Livro e a editora Cosac Naify convidam para um encontro com Bartolomeu Campos Queirós, na terça-feira, 12 de abril, às 20h, uma noite de conversa sobre sua nova obra, Vermelho amargo, com a participação da atriz Vera Holtz na leitura do livro. Outras informações no convite.
A Casa de Livro e a editora Cosac Naify convidam para um encontro com Bartolomeu Campos Queirós, na terça-feira, 12 de abril, às 20h, uma noite de conversa sobre sua nova obra, Vermelho amargo, com a participação da atriz Vera Holtz na leitura do livro. Outras informações no convite.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Um dos prêmios mais doces para brasileiros
Resumo do Cenário, 21/02/2011

A Cosac Naify tem motivos de sobra para comemorar! Segundo Vanessa Gonçalves, do Editorial Infantil e Juvenil, esta é a primeira vez que uma editora brasileira conquista dois prêmios na mesma edição da Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha. E mais do que isso, também é a editora brasileira com o maior número de prêmios na feira: em cinco anos de participação, a Cosac Naify ganhou quatro condecorações (o único registro de um outro prêmio brasileiro foi em 2001 para o livro Nas ruas do Brás, de Drauzio Varella, da Companhia das Letrinhas). Esta aí uma prova de que o investimento da Cosac Naify nos livros infantis tem recebido reconhecimento da crítica especializada igualmente no exterior, concorrendo com a produção editorial mais qualificada da Ásia, da África e da América Latina na categoria "Novos Horizontes".
Além de arrematar o prêmio máximo, com o Mil-folhas, de Lucrecia Zappi, recebeu menção honrosa na mesma categoria por A janela de esquina do meu primo, de E. T. A. Hoffmann, ilustrado por Daniel Bueno. As outras duas menções foram para os livros Lampião & Lancelote (2007), de Fernando Vilela, e Tchibum! (2010), de Gustavo Borges e Daniel Kondo.

A Cosac Naify tem motivos de sobra para comemorar! Segundo Vanessa Gonçalves, do Editorial Infantil e Juvenil, esta é a primeira vez que uma editora brasileira conquista dois prêmios na mesma edição da Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha. E mais do que isso, também é a editora brasileira com o maior número de prêmios na feira: em cinco anos de participação, a Cosac Naify ganhou quatro condecorações (o único registro de um outro prêmio brasileiro foi em 2001 para o livro Nas ruas do Brás, de Drauzio Varella, da Companhia das Letrinhas). Esta aí uma prova de que o investimento da Cosac Naify nos livros infantis tem recebido reconhecimento da crítica especializada igualmente no exterior, concorrendo com a produção editorial mais qualificada da Ásia, da África e da América Latina na categoria "Novos Horizontes".
Além de arrematar o prêmio máximo, com o Mil-folhas, de Lucrecia Zappi, recebeu menção honrosa na mesma categoria por A janela de esquina do meu primo, de E. T. A. Hoffmann, ilustrado por Daniel Bueno. As outras duas menções foram para os livros Lampião & Lancelote (2007), de Fernando Vilela, e Tchibum! (2010), de Gustavo Borges e Daniel Kondo.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Cosac Naify traz dois prêmios para o Brasil
da Feira Internacional de Livros Infantis de Bolonha, Itália
CBL Informa, 18/02/2011

O livro Mil-folhas: história ilustrada do doce, da brasileira Lucrecia Zappi e editado pela Cosac Naify, ganhou o prêmio máximo na categoria Novos Horizontes da Feira Internacional de Livros Infantis de Bolonha (Itália). Na mesma categoria, o livro A janela de esquina do meu primo, escrito por E.T.A. Hoffmann e ilustrado por Daniel Bueno (imagem acima), levou menção honrosa. Mil-Folhas é uma história geográfica e literária de vários doces e de receitas de padarias. A autora conta desde quem inventou o chiclete até a importância do açúcar na era Medieval. Os livros “viajaram” à Bolonha e estarão expostos no estande da CBL.
***
Saiba [+] sobre a Feira Internacional de Livros Infantis de Bolonha.
CBL Informa, 18/02/2011

O livro Mil-folhas: história ilustrada do doce, da brasileira Lucrecia Zappi e editado pela Cosac Naify, ganhou o prêmio máximo na categoria Novos Horizontes da Feira Internacional de Livros Infantis de Bolonha (Itália). Na mesma categoria, o livro A janela de esquina do meu primo, escrito por E.T.A. Hoffmann e ilustrado por Daniel Bueno (imagem acima), levou menção honrosa. Mil-Folhas é uma história geográfica e literária de vários doces e de receitas de padarias. A autora conta desde quem inventou o chiclete até a importância do açúcar na era Medieval. Os livros “viajaram” à Bolonha e estarão expostos no estande da CBL.***
Saiba [+] sobre a Feira Internacional de Livros Infantis de Bolonha.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Outra infância
O Globo, 12/02/2011 - por Mànya Millen e Miguel Conde
Autor de mais de 40 livros voltados para o público infantojuvenil e vencedor de diversos prêmios nacionais e internacionais no gênero, o mineiro Bartolomeu Campos de Queirós, de 66 anos, publica em abril pela Cosac Naify seu primeiro romance, Vermelho amargo. Nele, o narrador revisita sua dolorosa infância, marcada pela ausência da mãe, substituída por uma madrasta indiferente, pela relação com o pai alcoólatra e a perda dos irmãos, que vão embora de casa, informa a coluna No Prelo.
Autor de mais de 40 livros voltados para o público infantojuvenil e vencedor de diversos prêmios nacionais e internacionais no gênero, o mineiro Bartolomeu Campos de Queirós, de 66 anos, publica em abril pela Cosac Naify seu primeiro romance, Vermelho amargo. Nele, o narrador revisita sua dolorosa infância, marcada pela ausência da mãe, substituída por uma madrasta indiferente, pela relação com o pai alcoólatra e a perda dos irmãos, que vão embora de casa, informa a coluna No Prelo.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Setembro à Compostela
Os vencedores do Prêmio Hans Christian Andersen 2010 são o escritor britânico David Almod e a ilustradora alemã Jutta Bauer, conforme anunciado no dia 23 de março, na Feira do Livro de Infantil de Bolonha. A entrega das medalhas e do diploma aconteceu no último 11 de setembro, durante o Congresso do IBBY em Santiago de Compostela na Espanha.
O corpo de jurados busca reconhecer autores de significativa contribuição para a literatura infantil e juvenil, no âmbito dos países que integram o International Board on Books for Young People. A respeito de David Almod confirmou-se “a voz única de um criador de um realismo mágico para crianças”, destacando que o escritor se impôs à frente de outros 28 candidatos por capturar a imaginação de seus jovens leitores e motivá-los a ler, a pensar e a ser críticos, ao mesmo tempo em que faz uso de uma linguagem sofisticada, logrando transpor qualquer fronteira etária. Por sua vez, Jutta Bauer, tão bem conhecida com o livro O anjo guarda do vovô (Cosac Naify), foi eleita, entre 27 ilustradores selecionados para o prêmio, por sua originalidade, criatividade e compreensão filosófica, além da inestimável habilidade de comunicar-se com os leitores.
Representando o Brasil, concorreram ao Andersen 2010 Bartolomeu Campos de Queirós e Roger Mello, classificando-se entre os 10 primeiros finalistas. É importante considerar ainda que ambos são igualmente finalistas do Prêmio Jabuti 2010 na categoria Melhor Livro Infantil: Roger Mello aparece como o primeiro indicado e favorito com Carvoeirinhos (Companhia das Letrinhas); na oitava posição, Bartolomeu com seu Tempo de voo (Edições SM/Comboio de Corda). Ambas as obras (igualmente) foram selecionadas, neste ano, para integrar o acervo da Internationale JugendBibliothek (IJB).
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
“Há sempre um adulto escondido num livro infantil”
Participe do sorteio Dobras da Leitura!

Somente agora o pensamento de Peter Hunt (crítico literário e professor da Universidade de Cardiff, no País de Gales) divulga-se mais amplamente entre nós com o lançamento de Crítica, teoria e literatura infantil (Cosac Naify, trad. Cid Knipel, 328 p.). A obra, originalmente publicada em 1991, foi especialmente atualizada e reformulada em uma edição dirigida aos pesquisadores e leitores brasileiros. Em uma recente entrevista, o autor declarou que “há sempre um adulto escondido num livro infantil.” Você concorda?
Concorra a um exemplar do livro: ao deixar um comentário, informe NOME COMPLETO, CIDADE e E-MAIL. Nesta promoção, serão desconsiderados os comentários enviados em duplicidade ou que não permitirem contato com o possível ganhador ou ganhadora. O prazo se encerrará às 12h do dia 25 de setembro!
O sorteio será efetivado de acordo com a extração da Loteria Federal de sábado 25/09/2010. Ganhará o leitor cujo comentário tiver a mesma numeração dos 2 ou 3 dígitos finais do prêmio (dependendo do número de participantes nesta promoção). Exemplo: se, na loteria, o primeiro prêmio for 62.134, ganha o autor do comentário 134. O vencedor receberá o livro através do correio, após nosso contato para solicitação do endereço.
Pelos próximos dias, enquanto leio Peter Hunt, postarei alguns flashes, impressões e notas sobre o livro ;-) na Vitrine de Estudos.
Leia +
[Crítico britânico discute importância da literatura infantil]
[A literatura para crianças vista de perto]

Somente agora o pensamento de Peter Hunt (crítico literário e professor da Universidade de Cardiff, no País de Gales) divulga-se mais amplamente entre nós com o lançamento de Crítica, teoria e literatura infantil (Cosac Naify, trad. Cid Knipel, 328 p.). A obra, originalmente publicada em 1991, foi especialmente atualizada e reformulada em uma edição dirigida aos pesquisadores e leitores brasileiros. Em uma recente entrevista, o autor declarou que “há sempre um adulto escondido num livro infantil.” Você concorda?
Concorra a um exemplar do livro: ao deixar um comentário, informe NOME COMPLETO, CIDADE e E-MAIL. Nesta promoção, serão desconsiderados os comentários enviados em duplicidade ou que não permitirem contato com o possível ganhador ou ganhadora. O prazo se encerrará às 12h do dia 25 de setembro!
O sorteio será efetivado de acordo com a extração da Loteria Federal de sábado 25/09/2010. Ganhará o leitor cujo comentário tiver a mesma numeração dos 2 ou 3 dígitos finais do prêmio (dependendo do número de participantes nesta promoção). Exemplo: se, na loteria, o primeiro prêmio for 62.134, ganha o autor do comentário 134. O vencedor receberá o livro através do correio, após nosso contato para solicitação do endereço.
Pelos próximos dias, enquanto leio Peter Hunt, postarei alguns flashes, impressões e notas sobre o livro ;-) na Vitrine de Estudos.
Leia +
[Crítico britânico discute importância da literatura infantil]
[A literatura para crianças vista de perto]
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Suzy Lee passou por aqui
Resumo do Cenário, por Peter O’Sagae
Em uma discreta tarde por São Paulo, a autora sul-coreana Suzy Lee participou de um encontro com profissionais e especialistas de literatura infantil, promovido pela editora Cosac Naify, no Instituto Tomie Ohtake. Na segunda-feira, 14 de junho — antecedendo as atividades programadas pelo 12º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, no Rio de Janeiro [veja abaixo] —, Suzy Lee mostrou livros, projetou imagens e conversou sobre os processos de criação e leitura em seu trabalho.
Pudemos nos sentir mais próximos de sua obra, através de um recorte especial sobre livros de imagem, em um percurso que Suzy Lee descortinou a partir de 2002, com Alice in Wonderland (inédito no Brasil). Deste livro — uma narrativa visual que sobrepõe três planos de ficcionalidade, com a apropriação da aventura de Lewis Carroll emoldurada ou encaixotada por um teatro de bonecos de papel, a acontecer no interior de uma lareira, e uma platéia igualmente encaixada e emoldurada pelo suporte livro —, desdobrou-se toda a concepção de uma trilogia particular: Espelho (2003), Onda (2008) e Sombra (lançamento simultâneo em diferentes países, em agosto de 2010). Não que houvesse antecipadamente um programa para intentar os três títulos... A seu modo, amadureceu, na artista, um processo de leitura e reinvenção do livro — enquanto objeto — que naturalmente colocaria os três livros de imagem em relação.
Entre os vinte convidados pela Cosac Naify para o encontro, estavam presentes Eva Furnari e Odilon Moraes; Sílvia Oberg, da Seção de Bibliografia e Documentação da BIJ Monteiro Lobato; os professores e pesquisadores de LIJ Maria Zilda da Cunha (USP) e João Luís Ceccantini (Unesp).

Suzy Lee chega ao Brasil
PublishNews, 16/06/2010
A coreana Suzy Lee, premiada autora de Onda e Espelho, é uma das convidadas especiais do 12º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, no Centro Cultural Ação da Cidadania (Av. Barão de Tefé, 75 – Saúde – Rio de Janeiro/RJ. Tel.: 21-2233-7460). Hoje (16), às 11h30, ela fala sobre o seu trabalho e às 17h dá autógrafos. Amanhã (17), é a vez do público infantil encontrá-la na Biblioteca para Crianças, às 10h. A participação de Suzy Lee termina com uma performance de ilustração, às 11h, no Espaço Petrobras do Ilustrador.
Em uma discreta tarde por São Paulo, a autora sul-coreana Suzy Lee participou de um encontro com profissionais e especialistas de literatura infantil, promovido pela editora Cosac Naify, no Instituto Tomie Ohtake. Na segunda-feira, 14 de junho — antecedendo as atividades programadas pelo 12º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, no Rio de Janeiro [veja abaixo] —, Suzy Lee mostrou livros, projetou imagens e conversou sobre os processos de criação e leitura em seu trabalho.
Pudemos nos sentir mais próximos de sua obra, através de um recorte especial sobre livros de imagem, em um percurso que Suzy Lee descortinou a partir de 2002, com Alice in Wonderland (inédito no Brasil). Deste livro — uma narrativa visual que sobrepõe três planos de ficcionalidade, com a apropriação da aventura de Lewis Carroll emoldurada ou encaixotada por um teatro de bonecos de papel, a acontecer no interior de uma lareira, e uma platéia igualmente encaixada e emoldurada pelo suporte livro —, desdobrou-se toda a concepção de uma trilogia particular: Espelho (2003), Onda (2008) e Sombra (lançamento simultâneo em diferentes países, em agosto de 2010). Não que houvesse antecipadamente um programa para intentar os três títulos... A seu modo, amadureceu, na artista, um processo de leitura e reinvenção do livro — enquanto objeto — que naturalmente colocaria os três livros de imagem em relação.
Entre os vinte convidados pela Cosac Naify para o encontro, estavam presentes Eva Furnari e Odilon Moraes; Sílvia Oberg, da Seção de Bibliografia e Documentação da BIJ Monteiro Lobato; os professores e pesquisadores de LIJ Maria Zilda da Cunha (USP) e João Luís Ceccantini (Unesp).

Suzy Lee chega ao Brasil
PublishNews, 16/06/2010
A coreana Suzy Lee, premiada autora de Onda e Espelho, é uma das convidadas especiais do 12º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, no Centro Cultural Ação da Cidadania (Av. Barão de Tefé, 75 – Saúde – Rio de Janeiro/RJ. Tel.: 21-2233-7460). Hoje (16), às 11h30, ela fala sobre o seu trabalho e às 17h dá autógrafos. Amanhã (17), é a vez do público infantil encontrá-la na Biblioteca para Crianças, às 10h. A participação de Suzy Lee termina com uma performance de ilustração, às 11h, no Espaço Petrobras do Ilustrador.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Os monstros de Sendak
Não é todo dia que um clássico da literatura mundial chega às nossas prateleiras. Desta vez a novidade veio em dose dupla: “Onde vivem os monstros”, escrito em 1963 por Maurice Sendak, já vendeu mais de 18 milhões de cópias só nos Estados Unidos e foi traduzido para mais de 20 idiomas. O livro de poucas palavras e belas imagens marcou gerações. Publicado este ano em português pela Cosac Naify com a mesma qualidade do original (papel importado, capa dura e tecido na lombada) o livro conta a história de Max, um garoto que, após levar uma bronca da mãe, viaja para um mundo habitado por monstros. Lá, torna-se rei e consegue viver sem as regras e os limites que tanto o incomodam.

A história, adaptada para o cinema pelo roteirista Dave Eggers e dirigida por Spike Jonze, chega em nossas telas no início de 2010. A versão cinematográfica enfrentou alguns problemas por ser considerada excêntrica demais para crianças – fato já conhecido pelo autor que, na época do lançamento em 1963, recebeu muitas críticas negativas, dos que consideravam as ilustrações assustadoras demais para crianças. Nos últimos tempos, a obra também teve grande repercussão ao ser lida pelo Presidente Barack Obama num evento da Casa Branca.


Você poderá ler o artigo de Andrea Aguilar publicado no El Pais clicando aqui.
Mais informações no site da editora.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
A de agosto e pê de pai...
São Paulo

Pê de pai, de Isabel Minhós Martins (texto) e Bernardo Carvalho (ilustrações). * Do catálogo da editora — Uma singela e poética homenagem, com cores e rimas, à cumplicidade entre pais e filhos. Pê de pai traz diferentes formas que o pai pode assumir para agradar o filho: o pai avião, o pai motor, o pai esconderijo, o pai colchão, o pai cofre, e muitos outros. A portuguesa Isabel Minhós Martins cria uma poesia simples, com cadência e musicalidade, sensível à representação do pai aos olhos da criança. As ilustrações de Bernardo Carvalho combinam poucas e vivas cores para personificar as metáforas do texto. Inventivo e terno, é uma fonte inesgotável de leitura. De filho para pai.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Lançamentos no 11º Salão FNLIJ
Dobras da Leitura recebeu...

11.jun – 11h
Krôko e Galinhola
Maté
(Brinque-Book)

11.jun – 14h
Rodrigo Lacerda
O fazedor de velhos
(Cosac Naify)

11.jun – 15h
Aurora
Cristina Biazetto
(Projeto)
* Saiba mais »
11.jun – 16
Col. Leituras Descoladas
Caio Riter, Luiz Antonio Aguiar,
Marilia Pirillo e Sandra Pina
(Biruta) * Saiba mais »

11.jun – 18h
Lobo de estimação
Heloisa Prieto e Janaína Tokitaka
(Projeto) * Saiba mais »

12.jun – 15h
Como é bonito o pé do Igor
Sonia Rosa, il. Luna
(DCL)

11.jun – 11h
Krôko e Galinhola
Maté
(Brinque-Book)

11.jun – 14h
Rodrigo Lacerda
O fazedor de velhos
(Cosac Naify)

11.jun – 15h
Aurora
Cristina Biazetto
(Projeto)
* Saiba mais »
11.jun – 16
Col. Leituras Descoladas
Caio Riter, Luiz Antonio Aguiar,
Marilia Pirillo e Sandra Pina
(Biruta) * Saiba mais »

11.jun – 18h
Lobo de estimação
Heloisa Prieto e Janaína Tokitaka
(Projeto) * Saiba mais »

12.jun – 15h
Como é bonito o pé do Igor
Sonia Rosa, il. Luna
(DCL)
quinta-feira, 4 de junho de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Bili com Limão Verde na Mão: audiência dúplice
Gazeta do Povo - 23/4/09 - por Irinêo Netto (e dica de Lígia Pin)
Bili com Limão Verde na Mão é um livro de criança para ser lido por adultos. Nada de estranho com a definição dada pelo poeta Décio Pignatari para o próprio trabalho. Quase sempre, são mesmo os adultos que leem para as crianças.
Um dos nomes fortes do concretismo no Brasil, o escritor partiu das ideias defendidas pelo movimento de vanguarda a partir dos anos 1950 para escrever “um conto sem enredo”, diminuindo a distância entre o conteúdo do que é narrado e a forma usada para narrá-lo. “Eu não queria contar uma ‘historinha’”, diz Pignatari.
Sua intenção, explica, era “fazer a concretude do texto escrito”. Chamar a atenção para a palavra e para o significado que ela carrega. É assim que, numa das páginas, quando Bili é fulminada por um ataque de vespas, a ilustração de Daniel Bueno mostra pequenas setas pretas (como vespas) descendo em diagonal e deixando um rastro vermelho encimado por frases que, sozinhas, seriam capazes de descrever o pavor da menina: “vespa... as as asas as as asas” e “vespa... andorinha andor andorinha andor dor dor dordordor”.
Leia a matéria completa aqui.
* Foto de Marcelo Elias/ Gazeta do Povo
Bili com Limão Verde na Mão é um livro de criança para ser lido por adultos. Nada de estranho com a definição dada pelo poeta Décio Pignatari para o próprio trabalho. Quase sempre, são mesmo os adultos que leem para as crianças.Um dos nomes fortes do concretismo no Brasil, o escritor partiu das ideias defendidas pelo movimento de vanguarda a partir dos anos 1950 para escrever “um conto sem enredo”, diminuindo a distância entre o conteúdo do que é narrado e a forma usada para narrá-lo. “Eu não queria contar uma ‘historinha’”, diz Pignatari.
Sua intenção, explica, era “fazer a concretude do texto escrito”. Chamar a atenção para a palavra e para o significado que ela carrega. É assim que, numa das páginas, quando Bili é fulminada por um ataque de vespas, a ilustração de Daniel Bueno mostra pequenas setas pretas (como vespas) descendo em diagonal e deixando um rastro vermelho encimado por frases que, sozinhas, seriam capazes de descrever o pavor da menina: “vespa... as as asas as as asas” e “vespa... andorinha andor andorinha andor dor dor dordordor”.
Leia a matéria completa aqui.
* Foto de Marcelo Elias/ Gazeta do Povo
terça-feira, 12 de maio de 2009
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