terça-feira, 30 de novembro de 2010

Natal com Leituras


Em sua 5ª edição, o evento realizado pela FNLIJ acontece entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro, das 9h às 17h, nos jardins da Biblioteca Nacional (entrada pela Rua México). Contando com o apoio da FBN e do Instituto C&A, o Natal com Leituras reafirma seu propósito promover o contato com livros de qualidade num ambiente agradável e acolhedor, convidando crianças e jovens, seus familiares e professores. Entrada franca.

O espaço irá oferecer encontros com escritores e ilustradores (cf. programação), leitura compartilhada de histórias, além de uma biblioteca para crianças e um lounge de leitura para jovens. Haverá também uma exposição de livros com temas natalinos e, como sempre, cada criança ou jovem visitante ganhará um livro na saída.

Outras informações: (21) 2262-9130 ou 2215-3406.

sábado, 27 de novembro de 2010

Lygia Bojunga em São Paulo

São Paulo

Palavra Rimada com Imagem e um beijo

São Paulo

Rosinha envia o convite e um beijo carinhoso: foram dez anos de desejo e dois de muito trabalho, agora é a hora de comemorar!!! Dia 27 de novembro, a partir das 15h, estarei na Livraria da Vila no Shopping Cidade Jardim para lançar a Coleção Palavra Rimada com Imagem, onde reconto três cordéis de Leandro Gomes de Barros. Vou ficar muito, muito feliz com a sua presença!

João Despenteado: Sábado em São Paulo

Carlos Pessoa Rosa convidaO parque Dr. Fernando Costa, que costumamos chamar de Parque da Água Branca, tem entrada pela Av. Matarazzo, mas quem preferir, pode entrar pela rua Rua Ministro Godói. O lançamento será no Espaço PraLer. Às 11h30, daremos oficina de pintura de capas. Os participantes montarão o livro do lançamento com suas capas e o levarão para casa, com direito a autógrafo da Margarida Botelho, autora de João Despenteado, que os integrantes do Dulcinéia ilustraram!

Ainda no sábado à tarde, imperdível será a feira de livros de artistas na Galeria Vermelho, rua Minas Gerais, 350. Nossos livros estarão lá. E no domingo, às 16 horas, Margarida Botelho fará uma palestra na Bienal, sobre sua experiência em Sampa e no Amazonas.

Permitido para menores: Renata Nakano

No sábado 27 de novembro,

Renata Nakano, atualmente na Cátedra UNESCO de Leitura da PUC-Rio, irá mediar um debate a respeito da edição de livros infantis durante o VI Fórum de Editoração, promovido pelos alunos da ECA.

A proposta da mesa-redonda "Permitido para menores: livros infantis" é discutir os métodos editoriais de adequação do conteúdo para o universo infantil, debatendo-se as estratégias visuais e pedagógicas de incentivo à leitura das crianças e a importância do editor como ponte para o conhecimento nesta fase de aprendizagem, com a participação de Júlia Schwarcz, editora da Companhia das Letrinhas, Fabiana Werneck Barcinski, editora autônoma do setor infantojuvenil da Girafa, e Odilon Moraes, ilustrador e escritor.

O encontro acontece a partir das 9h, no Auditório da Biblioteca Alceu Amoroso Lima, na rua Henrique Schaumann, 777, em Pinheiros, São Paulo. Renata Nakano avisa aos amigos que o debate será leve, em tom de bate-papo, com os alunos perguntando e o pessoal contando um pouco das experiências pessoais. "Quem quiser madrugar, ou estiver à toa, está convidado." A entrada no Fórum de Editoração é gratuita; entretanto, recomenda-se que cada participante faça sua [pré-inscrição]. As pessoas sem pré-inscrição também poderão comparecer no dia do evento, mas estarão sujeitas a uma lista de espera.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A Loucura na LIJ


ATENÇÃO: O programa Leitura em Debate de hoje, dia 25 de novembro, na Biblioteca Nacional, foi cancelado, informa Anna Claudia Ramos via FB, devido aos últimos acontecimentos na cidade do Rio de Janeiro. Em breve, nova data será divulgada.


leituras, análises e reflexões

Florianópolis

Arte conta histórias

São Paulo

A Editora DCL e a Casa do Saber convidam para o coquetel de lançamento da coleção Arte conta Histórias, de Kátia Canton, e para a palestra "Arte e Contos de Fadas: uma história interdisciplinar", no dia 25 de novembro, a partir das 20h. Para a palestra, inscrições gratuitas pelo telefone (11) 3707.8900.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Vamos à Feira?

São Paulo

sábado, 20 de novembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

E o Prêmio Glória Pondé, conhece?

Agora há pouco,


a Fundação Biblioteca Nacional divulgou o resultado de seus prêmios literários que contemplam livros publicados entre 1º de setembro de 2009 a 31 de agosto de 2010 no Brasil, em oito categorias. E, na Literatura Infantil e Juvenil - Prêmio Glória Pondé, os vencedores foram: Jean-Claude R. Alphen, por Um sujeito sem qualidades (Scipione), que receberá a importância de R$ 12.500,00; 2º lugar: Eucanaã Ferraz, por Bicho de sete cabeças e outros seres fantásticos (Companhia das Letrinhas), e 3º lugar: Tino Freitas, Controle remoto (Manati).

Cf. Anunciados vencedores dos prêmios literários da Biblioteca Nacional

domingo, 14 de novembro de 2010

Resultado do Sorteio



Nanci da Silva Matos, de São Paulo, ganhou o livro O que é qualidade em ilustração no livro infantil e juvenil: com a palavra, o ilustrador, org. Ieda de Oliveira (DCL, 2008). O resultado pode ser conferido pela extração da Loteria Federal do sábado, 13 de novembro de 2010, validando o comentário n.º 36 pelo primeiro prêmio da extração. Parabéns, Nancy! Um time de peso da ilustração vai morar na sua estante, como você queria!

sábado, 13 de novembro de 2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Projeto, a pequena grande editora

PublishNews, 12/11/2010 - por Maria Fernanda Rodrigues

Em 1988, Anette Baldi abriu uma escola em Porto Alegre com duas irmãs. Quatro anos mais tarde, o colégio Projeto deu cria e nasceu, assim, a Editora Projeto. A paixão pelos livros e a vocação de Anette falaram mais alto e ela passou a cuidar da editora, que é especializada em obras infantis e juvenis e em material para professores. Sem capital e sem desanimar – e tendo de vender carro para ir à Bienal-, viu a sorte mudar em 1995, quando todos os três livros publicados naquele ano foram premiados. Um deles, Poesia na estante, passou a ser o carro-chefe da editora e lá se foram mais de 100 mil exemplares vendidos. “A partir desse ano, a pequininha começou a crescer”, contou durante a Feira do Livro de Porto Alegre. Também naquele ano, a Projeto entrou no Ciranda de Livros. “A não ser que a editora seja de uma família de muito dinheiro, ela não se sustenta sem venda para o governo”, disse. No último PNBE, ela teve 6 livros selecionados, mais do que algumas conceituadas editoras [leia mais]

Rogério Andrade Barbosa na UFSC

Florianópolis
Dia 12 de novembro, das 9h00 às 11h30, mesa-redonda A cultura africana e afro-brasileira tematizada na literatura infantil e juveni: perspectivas, com as presenças do escritor Rogério Andrade Barbosa (Rio de Janeiro), Maria Aparecida Rita Moreira (UFSC/PPG Literatura) e Eliane Debus (UFSC/CED/MEN). Realização: PET Pedagogia e NEPALP (Núcleo de Estudos e Pesquisa em Alfabetização e Língua Portuguesa). Local: Auditório do Centro de desportos/UFSC (Entrada bairro Pantanal).

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Que livros são estes?

André Moura convida

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

de sonhos e linhas

Ligia Pin compartilha um link: Os melhores livros ilustrados para crianças 2010, de acordo com The New York Times.

Da seleção de dez títulos, merece destaque o "sensual world" de sombras e subterrâneos nos livros Shadow, de Suzy Lee (a ser publicado entre nós outros, proximamente, pela Cosac Naify), e Subway, de Christoph Niemann.


Veja mais:

Alegria misturada com angústia

Histórias de família inspiram a vencedora do Prêmio Barco a Vapor 2010
Pluricom Informa, 20/10/2010


Nenenzinha é ainda uma pequena menina e já é tia de quatro crianças órfãs, maltratadas pela madrasta Delminda. Mas Nenenzinha tem um segredo: o segredo de família que a ajudará a amenizar o sofrimento de seus sobrinhos. Esse é o ponto de partida para o texto de ficção A menina guardiã dos segredos de família, vencedor do 6º. Prêmio Barco a Vapor. De estrutura contemporânea, não linear, a obra criada pela escritora mineira Stella Maris Rezende é rica em recursos de linguagem.

Stella, que adora se encontrar com seus leitores em escolas e debates, conta na entrevista a seguir que essa história é inspirada nas aventuras e nos desafios que sua mãe enfrentou na infância. A história A menina guardiã dos segredos de família foi selecionada entre mais de 500 originais como vencedora do 6º Prêmio Barco a Vapor e será publicada por Edições SM. As inscrições para a sétima edição do prêmio estão abertas até o dia 30 de dezembro – o regulamento pode ser encontrado no site www.edicoessm.com.br.

Quem inspirou A menina guardiã dos segredos de família?
A inspiração veio da história da minha mãe, que ficou órfã de mãe bem cedo, foi abandonada pelo pai sanfoneiro e acabou sendo criada pelos tios, que eram primos e casados. Nenenzinha, personagem principal do texto, foi inspirada na Nenenzinha que existiu de fato, a tia da minha mãe, que era ainda uma menina quando resolveu ajudar na criação dos sobrinhos: minha mãe e seus três irmãos. Vários outros detalhes do texto aconteceram realmente, como a inundação da cidade de Morada Nova, em Minas Gerais, na década de 1960. As águas da represa de Três Marias invadiram a cidade e quase a destruíram completamente. Muita gente perdeu casa, plantação e gado. Ou seja, a maior parte dos fatos aconteceu mesmo, e foi emocionante transformar tudo em literatura.

Como surgiu a ideia de escrever o texto?
Não programei escrever esse texto. Aos poucos, ele veio chegando, veio se afirmando, querendo tomar forma literária. Trabalhei nele durante uns quatro anos.

Sua história aborda temas como orfandade, exploração do trabalho infantil dentro de casa, vaidade (da madrasta), entre outros. Qual a importância de falar sobre tais assuntos?
Esses assuntos fazem parte da história da minha mãe e dos meus tios, que sofreram muito quando crianças. Naquela época e ainda hoje, em muitas famílias brasileiras, as crianças são obrigadas a trabalhar duramente. A madrasta também existiu, e era mesmo rigorosa, exigente ao extremo. O padrasto também existiu e era padeiro de fato. Eu apenas acrescentei mistérios e segredos, trabalhei a história por meio de uma linguagem poética, soltei a imaginação e me deixei levar pela magia das palavras. A importância de falar sobre esses assuntos está na necessidade de se denunciar as injustiças, com o sonho de que as coisas mudem e as pessoas aprendam a viver com dignidade e respeito pelos direitos humanos.

Quais os paralelos com os contos de fadas tradicionais, como a Cinderela?
Desde criança, eu sempre pensei que a história da minha mãe se parecia com os contos de fadas. Obrigada a trabalhar para a madrasta, a minha mãe era linda, vestia-se com simplicidade e sonhava com um príncipe encantado. Vários detalhes da história da Cinderela não aparecem na história da minha mãe, é claro. Mas a essência é a mesma. A fada que aparece para a Cinderela é a tia Nenenzinha, a tia menina que salva a minha mãe da tristeza e do desejo de vingança. Alguns detalhes do meu texto lembram ainda os contos João e Maria, Branca de Neve e A bela adormecida no bosque. A ideia de que a criança pode ser salva por um encantamento é um elemento muito forte.

O que há de mais gratificante em escrever para crianças?
Escrever é sempre uma grande alegria misturada com muita angústia, mas escrever para crianças e jovens é mais instigante, mais difícil e mais desafiador. Quando vejo que um texto meu está se encaminhando para o público infantojuvenil – o mais exigente e o mais sincero –, me sinto mais solta, mais leve, mais contente, mais livre. Deixo-me levar pela imaginação e fico firme no meu projeto estético, ou seja, não abro mão da qualidade literária. Depois do livro editado e lido, o contato com crianças e jovens é sempre maravilhoso, por meio de cartas, e-mails ou encontros em escolas. Crianças e jovens fazem perguntas inteligentes, não têm medo de conversar sobre quaisquer assuntos; são sensíveis, francos e amorosos.

Há algum cuidado que deva ser tomado ao se escrever para o público infantil?
É preciso ter o cuidado de sempre quando se trata de literatura: trabalhar a linguagem, exigir qualidade literária, lidar com metáforas, imagens, elipses, deixar que as palavras e os silêncios suscitem diferentes leituras.

Como você acredita que a leitura possa ser estimulada entre crianças e jovens?
Por meio do encantamento. Ao ouvir histórias contadas com arte, crianças e jovens são levados a um estado de encantamento que atiça o sonho, a imaginação e o desejo de transformar o mundo num lugar melhor. Uma história bem contada tem magia, tem poder de reinvenção do mundo, estimula o questionamento e a alegria de viver.

Há quanto tempo você desenvolveu o gosto pela leitura e pela escrita?
Desde pequenininha, quando ouvia minha mãe contar histórias e casos. Depois, ao entrar na escola, tive professores maravilhosos, que liam e contavam histórias, recitavam poemas, me levavam à biblioteca, enchiam a minha vida de alegrias e sonhos.

Que livros marcaram sua infância e adolescência?
Alice no país das maravilhas, de Lewis Carroll; Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato; a narrativa tradicional e todos os contos de fadas; Clarissa e Música ao longe, de Érico Veríssimo; Vidas secas, de Graciliano Ramos.

Que autores a influenciam? Por quê?
Machado de Assis, Cecília Meireles, Clarice Lispector, João Guimarães Rosa. Pelo trabalho com a linguagem, pelo projeto estético, pelo desejo de desvendar a alma humana.

Por que optou por se dedicar à literatura infantil?
Não foi uma opção consciente e objetiva. A literatura infantojuvenil foi uma descoberta, um chamado, um encantamento que me arrebatou.

Quais foram os desafios em sua carreira?
Vários, evidentemente. O mais importante deles se fundamenta na minha maneira de escrever, no meu projeto estético. Alguns críticos dizem que não escrevo para crianças, porque meus textos são complexos e muito trabalhados. Eu continuo dizendo que escrever para crianças e jovens não significa abrir mão da arte literária. Crianças e jovens são sensíveis e inteligentes, adoram um texto bem escrito, instigante, carregado de significados, mistérios, segredos e dramas humanos.

Quais os temas mais presentes em suas obras? Por quê?
O mistério da existência humana, os conflitos familiares, as injustiças sociais, o ódio, o amor, a vingança, a inveja, a mesquinhez, a amizade; porque são temas universais.

Já ganhou outros prêmios antes do Barco a Vapor? Pode falar um pouco do impacto que os prêmios tiveram em sua carreira ou sua obra?
Ganhei por três vezes (1986, 2001 e 2008) o Prêmio João-de-Barro, que é o mais tradicional em literatura infantil e juvenil brasileira. Em 1988, o Bienal Nestlé, categoria infantojuvenil. Em 2002, o Redescoberta da Literatura Brasileira/Revista Cult, categoria conto. Em 2007, o Literatura Para Todos/MEC/OEI, categoria conto. Grande parte dos meus livros recebeu o selo de “Altamente Recomendável para Jovens” da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, e vários foram selecionados para os programas de leitura do governo, como o Programa Nacional Biblioteca na Escola/MEC. Três foram indicados ao Jabuti. Todos esses prêmios me tiram do sufoco financeiro e me incentivam a continuar o meu trabalho, o meu sonho, o meu projeto estético.

Por que decidiu concorrer ao Prêmio Barco a Vapor da Fundação SM?
Sonhei em ganhar o Prêmio Barco a Vapor desde que ele chegou ao Brasil em 2005. Trabalhei duro. Participei do concurso por três vezes. Só na terceira vez consegui ganhar. Trata-se de um prêmio em nível internacional, de nome poético, de conteúdo sério e bonito, promovido pela Fundação SM, que prioriza a leitura de textos de alta qualidade literária em livros com um belo projeto visual, que encantam e conquistam o leitor.

Qual o significado do Prêmio Barco a Vapor para você?
É uma resposta positiva ao meu trabalho com a linguagem. Uma alegria em descobrir que vale a pena sonhar e não abrir mão do meu projeto estético.

Se pudesse criar uma definição pessoal para a literatura, qual seria?
A literatura é como a vida, misteriosa e instigante.

sábado, 6 de novembro de 2010

Vale quanto pesa

São Paulo

Zé Terereca e João Pato eram amigos do peito. Formavam uma dupla inseparável daquelas que, quando alguém vê um, já logo pergunta pelo outro. Como também acontece com amigos do peito, um dia eles brigaram feio. "Vale quanto pesa" é a história dessa briga e das descobertas que Zé Terereca fez a partir dela. Enquanto quebrava a cabeça para encontrar um jeito de fazer as pazes com João Pato, ele conheceu a "balança de pesar palavras" de seu misterioso avô.

Novos livros da Biruta

São Paulo

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Ministro discorda do veto a livro de Monteiro Lobato

Folha de S. Paulo, 03/11/2010 - por Angela Pinho e Johanna Nublat

O ministro da Igualdade Racial, Eloi Ferreira de Araújo, afirmou que discorda do veto à distribuição em escolas públicas do livro Caçadas de Pedrinho (1933), de Monteiro Lobato (1882-1948). A medida foi sugerida em parecer do CNE (Conselho Nacional de Educação) sob a alegação de que a obra é racista. Ele disse considerar um equívoco não distribuir a obra de um autor importante, mas concorda, por outro lado, com a sugestão do órgão de que seja inserida nota "crítica" sobre o contexto em que ela foi escrita. Defende que a medida seja estendida a todas as obras infantis que tenham o que considera o mesmo problema. O parecer ainda tem de ser homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, para entrar em vigor.